O caminho do café no Brasil — e o ponto exato, no armazém,
onde o fluxo comum perde a origem. É contra isso que a plataforma existe.
No Brasil não há lei que obrigue a rastreabilidade do café:
quem cobra é o comprador — e a União Europeia passa a exigir o polígono do
talhão e o desmatamento zero das importações (EUDR).
O talhão é a identidade: o polígono cadastrado vale para a
venda, o crédito e a exportação.
O defensivo tem carência: o intervalo de segurança da bula
trava a colheita do talhão até o prazo vencer.
A liga vira registro: quando lotes se misturam, a plataforma
guarda quem entrou — o caminho de volta continua existindo.