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Produtos

Carne bovina

Rastreado por animal. Quem registra: Cria, Recria, Engorda, Frigorífico, Distribuidora, Varejo.

As etapas

  1. Nascimento
    Cria. Exigida por Identificação individual de bovinos (PNIB) (Brasil); Rastreio da carne bovina (Lei 12.097/2009) (Brasil); Lei europeia contra o desmatamento (EUDR) (União Europeia); Protocolo da carne bovina para a China (China); Condições sauditas de importação (ração, rebanho, medicamentos) (Arábia Saudita); Um passo atrás/adiante e origem da carne (Ucrânia); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile)
  2. Vacinaçãofonte em confirmação
    Cria. Exigida por Identificação individual de bovinos (PNIB) (Brasil); Brucelose e tuberculose (PNCEBT, IN 10/2017) (Brasil); Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração) (União Econômica Eurasiática)
  3. Tratamento veterinário
    Cria. Exigida por Resíduos e carência (PNCRC Animal) (Brasil); Nada de antimicrobiano promotor de crescimento (país listado) (União Europeia); Entrada de produtos de origem animal na UE (Reg. 2022/2292) (União Europeia); Lista positiva japonesa (0,01 ppm; antibiótico zero) (Japão); Lista positiva coreana (agrotóxicos e veterinários) (Coreia do Sul); Condições sauditas de importação (ração, rebanho, medicamentos) (Arábia Saudita); Segurança dos alimentos da UEE (rastreabilidade genérica) (União Econômica Eurasiática); Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento) (União Econômica Eurasiática); Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração) (União Econômica Eurasiática); Lista russa de plantas e programa sem ractopamina (Rússia)
  4. Morte ou baixa
    Cria. Etapa operacional
  5. Pesagem
    Cria. Exigida por Cota 481 (confinamento ≥ 100 dias) (União Europeia)
  6. Status sanitário da propriedade
    Cria. Exigida por Protocolo da carne bovina para a China (China); Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração) (União Econômica Eurasiática)
  7. Legalidade da terra
    Cria. Exigida por Commodities de risco florestal (Reino Unido) — futuro (Reino Unido)
  8. Embarque (saída com GTA)
    Cria. Exigida por Identificação individual de bovinos (PNIB) (Brasil); Rastreio da carne bovina (Lei 12.097/2009) (Brasil); Lei europeia contra o desmatamento (EUDR) (União Europeia); Guia de trânsito animal eletrônica (IN 9/2021) (Brasil); Brucelose e tuberculose (PNCEBT, IN 10/2017) (Brasil); Notas fiscais eletrônicas (NF-e, CT-e, MDF-e) (Brasil); Gado vivo para exportação (ID eletrônica, EPE) (Brasil); Gado vivo para a Turquia (ID individual) (Turquia); Bovinos vivos no Mercosul (ID individual auditável) (Mercosul); Protocolo da carne bovina para a China (China); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile); Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento) (União Econômica Eurasiática)
  9. Chegada (conferida com a GTA)
    Recria. Exigida por Identificação individual de bovinos (PNIB) (Brasil); Rastreio da carne bovina (Lei 12.097/2009) (Brasil); Lei europeia contra o desmatamento (EUDR) (União Europeia); Livro de abate e de lote egípcio (Egito); Guia de trânsito animal eletrônica (IN 9/2021) (Brasil); Protocolo da carne bovina para a China (China)
  10. Alimentação e ração
    Engorda. Exigida por Protocolo da carne bovina para a China (China); Cota Hilton (pasto exclusivo desde a desmama) (União Europeia); Cota 481 (confinamento ≥ 100 dias) (União Europeia); Ractopamina não detectada e SRM (Taiwan); Condições sauditas de importação (ração, rebanho, medicamentos) (Arábia Saudita); Halal transversal (ração, abatedor, atordoamento) (Mercados halal); Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração) (União Econômica Eurasiática); Lista russa de plantas e programa sem ractopamina (Rússia)
  11. Informação da cadeia alimentar
    Engorda. Exigida por Informação da cadeia alimentar (24 h antes do abate) (União Europeia)
  12. Abate
    Frigorífico. Exigida por Identificação individual de bovinos (PNIB) (Brasil); Lei europeia contra o desmatamento (EUDR) (União Europeia); Livro de abate e de lote egípcio (Egito); Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA) (Brasil); Cota Hilton (pasto exclusivo desde a desmama) (União Europeia); Cota 481 (confinamento ≥ 100 dias) (União Europeia); Entrada de produtos de origem animal na UE (Reg. 2022/2292) (União Europeia); Protocolo da carne bovina para a China (China); Ractopamina não detectada e SRM (Taiwan); Gado até 48 meses (8 dentes) para o Egito (Egito); Rastrear o animal de que o alimento veio (Turquia); Segurança dos alimentos da UEE (rastreabilidade genérica) (União Econômica Eurasiática); Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento) (União Econômica Eurasiática); Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração) (União Econômica Eurasiática); Um passo atrás/adiante e origem da carne (Ucrânia); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile)
  13. Abate halal
    Frigorífico. Exigida por Condições sauditas de importação (ração, rebanho, medicamentos) (Arábia Saudita); Halal transversal (ração, abatedor, atordoamento) (Mercados halal); Etiqueta interna da carne congelada (Egito); Importação no Paquistão (halal IHAF, 66 % de vida de prateleira) (Paquistão)
  14. Maturação e pH
    Frigorífico. Exigida por Protocolo da carne bovina para a China (China); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile)
  15. Entrada de fora
    Frigorífico. Exigida por Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA) (Brasil); Notas fiscais eletrônicas (NF-e, CT-e, MDF-e) (Brasil)
  16. Desossa
    Frigorífico. Exigida por Lei europeia contra o desmatamento (EUDR) (União Europeia); Livro de abate e de lote egípcio (Egito); Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA) (Brasil); Rótulo da carne bovina (vínculo carne ↔ animal) (União Europeia); Entrada de produtos de origem animal na UE (Reg. 2022/2292) (União Europeia); Protocolo da carne bovina para a China (China); Exigências iranianas (termógrafos, vácuo ≤ 3 kg) (Irã); Lote identificável e fabricante no rótulo (África do Sul)
  17. Expedição
    Frigorífico. Exigida por Lei europeia contra o desmatamento (EUDR) (União Europeia); Livro de abate e de lote egípcio (Egito); Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA) (Brasil); Notas fiscais eletrônicas (NF-e, CT-e, MDF-e) (Brasil); Oito dados de cada remessa de origem animal (UE) (União Europeia); Pré-notificação na fronteira da UE (CHED/TRACES) (União Europeia); Entrada de produtos de origem animal na UE (Reg. 2022/2292) (União Europeia); Cota Hilton (pasto exclusivo desde a desmama) (União Europeia); Fronteira britânica (BTOM/IPAFFS) (Reino Unido); Rastreabilidade suíça (oito campos) (Suíça); Rótulo chinês e registros do importador (China); Protocolo da carne bovina para a China (China); Registros do importador de Hong Kong (Hong Kong); Número de rastreio da carne bovina/suína na Coreia (Coreia do Sul); Rastreabilidade obrigatória do operador taiwanês (Taiwan); Condições sauditas de importação (ração, rebanho, medicamentos) (Arábia Saudita); Etiqueta interna da carne congelada (Egito); Rastrear o animal de que o alimento veio (Turquia); Exigências iranianas (termógrafos, vácuo ≤ 3 kg) (Irã); Segurança dos alimentos da UEE (rastreabilidade genérica) (União Econômica Eurasiática); Rótulo da UEE (lote na caixa) (União Econômica Eurasiática); Certificado veterinário eletrônico russo (eVSD/Mercúrio) (Rússia); Lista russa de plantas e programa sem ractopamina (Rússia); Rastreabilidade canadense (lote, fornecedor, 2 anos) (Canadá); Rastreabilidade do processador mexicano (México); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile); Lote e fábrica em cada envase (Colômbia); Importação na Índia (vida de prateleira, lote, recall) (Índia); Lote identificável e fabricante no rótulo (África do Sul); Importação no Paquistão (halal IHAF, 66 % de vida de prateleira) (Paquistão)
  18. Recebimento no varejo
    Varejo. Etapa operacional
  19. Venda ao consumidor
    Varejo. Etapa operacional

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As leis que alcançam carne bovina

Brasil

  • Identificação individual de bovinos (PNIB)
  • Rastreio da carne bovina (Lei 12.097/2009)
  • Resíduos e carência (PNCRC Animal)
  • Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA)
  • Guia de trânsito animal eletrônica (IN 9/2021)
  • Brucelose e tuberculose (PNCEBT, IN 10/2017)
  • Notas fiscais eletrônicas (NF-e, CT-e, MDF-e)
  • Gado vivo para exportação (ID eletrônica, EPE)

Arábia Saudita

  • Condições sauditas de importação (ração, rebanho, medicamentos)

África do Sul

  • Lote identificável e fabricante no rótulo (África do Sul)

Canadá

  • Rastreabilidade canadense (lote, fornecedor, 2 anos)

Chile

  • Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH)

China

  • Rótulo chinês e registros do importador
  • Protocolo da carne bovina para a China

Colômbia

  • Lote e fábrica em cada envase (Colômbia)

Coreia do Sul

  • Número de rastreio da carne bovina/suína na Coreia
  • Lista positiva coreana (agrotóxicos e veterinários)

Egito

  • Livro de abate e de lote egípcio
  • Etiqueta interna da carne congelada (Egito)
  • Gado até 48 meses (8 dentes) para o Egito

Hong Kong

  • Registros do importador de Hong Kong

Irã

  • Exigências iranianas (termógrafos, vácuo ≤ 3 kg)

Índia

  • Importação na Índia (vida de prateleira, lote, recall)

Japão

  • Lista positiva japonesa (0,01 ppm; antibiótico zero)

Mercados halal

  • Halal transversal (ração, abatedor, atordoamento)

Mercosul

  • Bovinos vivos no Mercosul (ID individual auditável)

México

  • Rastreabilidade do processador mexicano

Paquistão

  • Importação no Paquistão (halal IHAF, 66 % de vida de prateleira)

Reino Unido

  • Commodities de risco florestal (Reino Unido) — futuro
  • Fronteira britânica (BTOM/IPAFFS)

Rússia

  • Certificado veterinário eletrônico russo (eVSD/Mercúrio)
  • Lista russa de plantas e programa sem ractopamina

Suíça

  • Rastreabilidade suíça (oito campos)

Taiwan

  • Ractopamina não detectada e SRM (Taiwan)
  • Rastreabilidade obrigatória do operador taiwanês

Turquia

  • Rastrear o animal de que o alimento veio (Turquia)
  • Gado vivo para a Turquia (ID individual)

Ucrânia

  • Um passo atrás/adiante e origem da carne (Ucrânia)

União Econômica Eurasiática

  • Segurança dos alimentos da UEE (rastreabilidade genérica)
  • Rótulo da UEE (lote na caixa)
  • Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento)
  • Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração)

União Europeia

  • Lei europeia contra o desmatamento (EUDR) já no processo padrão
  • Oito dados de cada remessa de origem animal (UE)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem
  • Informação da cadeia alimentar (24 h antes do abate)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem
  • Rótulo da carne bovina (vínculo carne ↔ animal)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem
  • Cota Hilton (pasto exclusivo desde a desmama)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem
  • Cota 481 (confinamento ≥ 100 dias)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem
  • Nada de antimicrobiano promotor de crescimento (país listado)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem
  • Pré-notificação na fronteira da UE (CHED/TRACES)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem
  • Entrada de produtos de origem animal na UE (Reg. 2022/2292)
    Brasil fora da lista da UE desde 03/09/2026 (Reg. 2026/1189): exigência adormecida para exportação; registrar serve à relistagem

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