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Produtos

Suíno

Rastreado por lote. Quem registra: Granja, Integradora, Frigorífico de suínos, Varejo ou exportador.

As etapas

  1. Alojamento
    Granja. Exigida por Guia de trânsito animal eletrônica (IN 9/2021) (Brasil); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile)
  2. Vacinação e sanidade
    Granja. Exigida por Granjas de suínos certificadas (IN 47/2004) (Brasil)
  3. Tratamento e carência
    Granja. Exigida por Abate e sanidade de suínos (IN 79/2018) (Brasil); Resíduos e carência (PNCRC Animal) (Brasil); Informação da cadeia alimentar (24 h antes do abate) (União Europeia); Lista positiva japonesa (0,01 ppm; antibiótico zero) (Japão); Lista positiva coreana (agrotóxicos e veterinários) (Coreia do Sul); Segurança dos alimentos da UEE (rastreabilidade genérica) (União Econômica Eurasiática); Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento) (União Econômica Eurasiática); Lista russa de plantas e programa sem ractopamina (Rússia)
  4. Alimentação e ração
    Granja. Exigida por Ractopamina não detectada e SRM (Taiwan); Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração) (União Econômica Eurasiática); Lista russa de plantas e programa sem ractopamina (Rússia)
  5. Status sanitário da propriedade
    Granja. Exigida por Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração) (União Econômica Eurasiática)
  6. Mortalidade
    Granja. Etapa operacional
  7. Carregamentofonte em confirmação
    Granja. Exigida por Abate e sanidade de suínos (IN 79/2018) (Brasil); Granjas de suínos certificadas (IN 47/2004) (Brasil); Guia de trânsito animal eletrônica (IN 9/2021) (Brasil); Notas fiscais eletrônicas (NF-e, CT-e, MDF-e) (Brasil); Informação da cadeia alimentar (24 h antes do abate) (União Europeia); Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento) (União Econômica Eurasiática)
  8. Chegada e abate
    Frigorífico de suínos. Exigida por Abate e sanidade de suínos (IN 79/2018) (Brasil); Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA) (Brasil); Rastrear o animal de que o alimento veio (Turquia); Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento) (União Econômica Eurasiática); Um passo atrás/adiante e origem da carne (Ucrânia); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile)
  9. Processamentofonte em confirmação
    Frigorífico de suínos. Exigida por Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA) (Brasil); Entrada de produtos de origem animal na UE (Reg. 2022/2292) (União Europeia); Lote e fábrica em cada envase (Colômbia)
  10. Expedição
    Frigorífico de suínos. Exigida por Notas fiscais eletrônicas (NF-e, CT-e, MDF-e) (Brasil); Oito dados de cada remessa de origem animal (UE) (União Europeia); Pré-notificação na fronteira da UE (CHED/TRACES) (União Europeia); Fronteira britânica (BTOM/IPAFFS) (Reino Unido); Rastreabilidade suíça (oito campos) (Suíça); Rótulo chinês e registros do importador (China); Registros do importador de Hong Kong (Hong Kong); Número de rastreio da carne bovina/suína na Coreia (Coreia do Sul); Rastreabilidade obrigatória do operador taiwanês (Taiwan); Segurança dos alimentos da UEE (rastreabilidade genérica) (União Econômica Eurasiática); Rótulo da UEE (lote na caixa) (União Econômica Eurasiática); Certificado veterinário eletrônico russo (eVSD/Mercúrio) (Rússia); Rastreabilidade canadense (lote, fornecedor, 2 anos) (Canadá); Rastreabilidade do processador mexicano (México); Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH) (Chile); Importação na Índia (vida de prateleira, lote, recall) (Índia); Lote identificável e fabricante no rótulo (África do Sul)

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As leis que alcançam suíno

Brasil

  • Resíduos e carência (PNCRC Animal) já no processo padrão
  • Inspeção de produtos de origem animal (RIISPOA) já no processo padrão
  • Guia de trânsito animal eletrônica (IN 9/2021) já no processo padrão
  • Abate e sanidade de suínos (IN 79/2018) já no processo padrão
  • Granjas de suínos certificadas (IN 47/2004) já no processo padrão
  • Notas fiscais eletrônicas (NF-e, CT-e, MDF-e)

África do Sul

  • Lote identificável e fabricante no rótulo (África do Sul)

Canadá

  • Rastreabilidade canadense (lote, fornecedor, 2 anos)

Chile

  • Exigências sanitárias chilenas (predio, sanidade, pH)

China

  • Rótulo chinês e registros do importador

Colômbia

  • Lote e fábrica em cada envase (Colômbia)

Coreia do Sul

  • Número de rastreio da carne bovina/suína na Coreia
  • Lista positiva coreana (agrotóxicos e veterinários)

Hong Kong

  • Registros do importador de Hong Kong

Índia

  • Importação na Índia (vida de prateleira, lote, recall)

Japão

  • Lista positiva japonesa (0,01 ppm; antibiótico zero)

México

  • Rastreabilidade do processador mexicano

Peru

  • Suíno para o Peru (rastreabilidade desde a produção primária)

Reino Unido

  • Fronteira britânica (BTOM/IPAFFS)

Rússia

  • Certificado veterinário eletrônico russo (eVSD/Mercúrio)
  • Lista russa de plantas e programa sem ractopamina

Suíça

  • Rastreabilidade suíça (oito campos)

Taiwan

  • Ractopamina não detectada e SRM (Taiwan)
  • Rastreabilidade obrigatória do operador taiwanês

Turquia

  • Rastrear o animal de que o alimento veio (Turquia)

Ucrânia

  • Um passo atrás/adiante e origem da carne (Ucrânia)

União Econômica Eurasiática

  • Segurança dos alimentos da UEE (rastreabilidade genérica)
  • Rótulo da UEE (lote na caixa)
  • Carne na UEE (animal identificado, cabeças × documento)
  • Requisitos veterinários unificados (propriedade livre, pesticidas no mel e na ração)

União Europeia

  • Oito dados de cada remessa de origem animal (UE)
  • Informação da cadeia alimentar (24 h antes do abate)
  • Pré-notificação na fronteira da UE (CHED/TRACES)
  • Entrada de produtos de origem animal na UE (Reg. 2022/2292) já no processo padrão

Produção orgânica? A camada produção orgânica soma 12 etapas a este processo.